
O Hospital Delphina Rinaldi Abdel Aziz, unidade vinculada à Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), com gestão do Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano (INDSH), realizou nesta quarta-feira (13/09) ações de conscientização e combate à Sepse, uma condição clínica crítica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.
A iniciativa foi promovida pelo setor de Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) da unidade com o objetivo de reforçar e orientar os profissionais de saúde a importância de agir rápido e de maneira assertiva nesses casos.

A sepse, também conhecida como “infecção generalizada”, é uma das principais causas de morte no mundo no ambiente hospitalar. Devido a esses dados alarmantes o Hospital e Pronto Socorro Delphina Aziz sempre se empenha em divulgar informações sobre a sepse através de eventos de conscientização para disseminar conhecimentos e promover a importância da prevenção e tratamento da doença.
O Infectologista Bruno Jardim esclarece que a sepse ocorre quando o sistema imunológico de uma pessoa responde de maneira extrema a uma infecção desencadeando complicações graves que podem ameaçar a vida do paciente.
“Essa condição pode ocasionar várias complicações que podem causar danos graves aos órgãos e levar o paciente à morte” enfatizou Bruno.
O diagnóstico precoce, o tratamento eficaz e o acompanhamento são essenciais para a sobrevivência dos pacientes com sepse. Para a médica infectologista Karina Gonçalves, reconhecer os sintomas da sepse é fundamental para uma intervenção rápida. “Os sinais comuns incluem febre, confusão mental, dificuldade respiratória, frequência cardíaca elevada, pressão arterial baixa e outros sintomas relacionados à infecção”.

Ainda, de acordo com a Dra. Karina, o Dia Mundial da Sepse visa, principalmente, destacar a importância da conscientização, prevenção e tratamento adequado. Ela reforça que evitar infecções é uma maneira crucial de prevenir a sepse. “A lavagem frequente das mãos, a imunização adequada e o tratamento rápido de infecções são medidas preventivas importantes”, completou.
Embora qualquer pessoa possa desenvolver a sepse, pacientes com baixa imunidade e com doenças crônicas têm um risco maior, incluindo prematuros, crianças com menos de um ano, idosos acima de 65 anos.
Fotos: ASCOM/CHZN


